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Monday, October 19, 2009

teambuilding social e ambiental de apanha do medronho no Algarve, via algarviana

No próximo sábado, dia 24 de Outubro, no Barranco do Velho, concelho de Loulé, terá lugar uma actividade inédita de teambuilding social e ambiental de apanha de medronho.


A iniciativa de teambuilding social e ambiental é orientada pela Associação Almagem, em colaboração com a Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão e a Instituição de Solidariedade da Serra do Caldeirão, visando a envolvência dos participantes na etapa inicial do processo de recolha de medronho, sendo que também poderão participar no conhecimento das outras etapas através da visita a uma destilaria e onde provarão aquele ouro da Serra.


A actividade servirá ainda para promover a Via Algarviana através de um passeio e de apresentar a nova parceria entre diversas empresas do sector do turismo de natureza e de actividades de suporte.
Quer saber mais sobre teambuilding ou pretende participar?


Mais informação, clique aqui.

Wednesday, March 4, 2009

BUTE a pé



A recente e esgotante crise, dize a IdeiaBiba, fez suspender a continuidade do projecto do belocípede académico.

Para além deste factor geral de enquadramento económico, seria uma oportunidade para dar seguimento a uma campanha tipo, BUTE a pé?

Mais ecológico ainda, a reforçar a necesssidade e a motivação de adesão ao meio de transporte ecológico entre os utilizadores académidos, traria mais consistência à ideia inicial mesmo nestes conturbados momentos!?!

Thursday, October 9, 2008

Plantar árvores negócio

ResponsARVOREidade é a palavra de ordem. Vale a pena lembrar esta nova forma de investimento ambiental.

A Madeiras Nobres quer plantar 100 milhões de árvores de madeiras nobres em Portugal e Espanha e garante aos financiadores uma retabilidade elevada dentro de 20 anos, sem quaisquer despesas de conservação.

Em vez de ficarem sentados no sofá a verificar as mais-valias conseguidas com as suas poupanças, os investidores podem já optar por um saudável passeio num bosque para ver o seu dinheiro a "crescer" verdejante sob a forma de árvores.

Uma empresa espanhola, com uma filial em Portugal, onde conta plantar as primeiras árvores a partir de Abril, propõe esta nova forma de investimento que prevê uma rentabilidade de 11% num cenário conservador e um mínimo de 9% ao ano, se a opção forem as árvores que produzem madeira nobre de priumeira qualidade, percentagem que pode ir aos 13% se a opção forem tílias, sorveiras ou cerejeiras.

Além do lucro que proporcionam, as árvores consomem dióxido de carbono, duminuindo o efeito de estufa, combatem a desertificação e produzem madeiras de alta qualidade, ajudando a preservar as florestas virgens tropicais.

Ao todo, a empresa Madeiras Nobres, através da sua Fundação Mais Árvores propõe-se a plantar nos próximos quatro anos em Portugal e Espanha 100 milhões de árvores, entre nogueiras e castanheiros (as que funcionam como investimento rentável) e espécies do bosque mediterrânico.

Na prática, o investimento concretiza-se através da compra de lotes de 10 nogueiras, que custam cada um 3700 euros. A empresa disponibiliza o terreno para as plantar e compromete-se a cuidar delas durante o seu ciclo de 20 anos de vida, regando-as, podando-as e zelando pelo seu bom estado sanitário.

O investidor não para mais nada além da verba inicial. Durante a vida da árvores, os ramos resultantes das podas - quatro vezes por ano para conseguir que o tronco principal ganhe a maior dimensão possível e as nozes ficam para a empresa que as planta.

Quando uma nogueira é abatida e vendida, 90% da venda da madeira vai para o investidor, 10% para a empresa, que garante por casa árvore entre 1 e 1,5 metros cúbicos de madeira nobre, entre tronco principal, ramos grossos e raiz.

Embora não avance com o valor por metro cúbico pago por esta espécie de madeira produzida na Península Ibérica, onde apenas existem árvores destas dispersas, o preço será sempre superior aos 2500 euros que custa actualmente o metro cúbico de nogueira americana. Mas além das nogueiras, há ainda lotes que incluem várias árvores, como o que comporta três cerejeiras, três tílias e quatro sorveiras, o qual ao fim de 22 anos trará uma rentabilidade próima dos 13% ao ano, se a madeira for da melhor qualidade e temn um investimento inicial de 3300 euros. O terceiro lote é constituído por cinco castanheiros e dois exemplares de outras espécies, custa 1700 euros, tem uma vida de 25 anos e rende 9% ao ano, no caso de a madeira ser de primeira qualidade.

Em números absolutos, quem investir 3700 euros em nogueiras recebe 40200 euros ao fim de 20 anos depois de ter pago 3300 euros e se escolher os castanheiros para investir auferirá 14800 euros 25 anos depois de ter gasto 1700 euros. Para sustentar estes cálculos de tentabilidade, o responsável da empresa espanhola refere o exemplo norte-americano, onde a madeira de nogueira aumentou à média de 8% ao ano nas últimas quatro décadas.

Além das espécies que produzem madeiras nobres, tanto a empresa-mão de Albacete como a sua filial portuguesa têm outra modalidade para plantar árvores, neste caso espécies de bosque mediterrânico, cujos exemplares não são para abater, mas sim para constituir um bosque.

Cada exemplar de sobreiro, azinheiram, faia, buxo ou pinheiro-manso, entre outras, será acompanhada de dois pés de tomilho, carrasco, aroreira ou medronheiro, custa 25 euros e absorve 300 quilogramas de dióxido de carbono em 30 a 40 anos. Neste caso, a empresa só vende um ínimo de quatro árvores (100 euros), mas disponibiliza o espaço para a plantação e assegura o acompanhamento das árvores durante pelo menos 40 anos.

Em Portugal, estão a ser desenvolvidos contactos com autarquias, associações forestais e empresas, incluindo algumas instituições bancárias, prevendo-se acordos e a plantação das primeiras árvores a aprtir dos próximos três meses. Em Espanha, entre espécies de madeira nobre e árvores de bosque, á estão plantadas cerca de 65 mil exemplares. Ao todo, a empresa já adquiriu 700 hectares para plantações.

Uma das multinacionais que já aderiu às propostas da Madeira Nobres foi a alemã Volkswagen, que por cada exemplar de um determinado modelo com motor híbrido vendido em Espanha, manda plantar 17 árvores de bosque, através das quais pretende anular o efeito das emissões de dióxido de carbono emitidas por cada um desses carros nos primeiros 50 mil quilómetros.

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